Um poema faz-nos pensar, sonhar, voar em sonhos para bem longe; podemos ficar tempos infinitos a olhar um poema e com certeza esgotariamos as palavras, pois a nossa alma sentiria uma imensidão tal de emoções que seriam impossiveis de serem descritas. E, se no outro dia voltassemoa ao mesmo poema, sentimentos completamente diferentes nos assolariam e assim por diante. Viagens constantes e diferentes com um único poema Beijinhos, Marta e parabéns. Gostei muito ! Emilia
Uma excelente definição de poema. Confesso que fiquei boquiaberto quando li que o poema "é uma viagem ao fundo do arco íris". E, sobre isto, poder-se-ão tecer milhares de considerações... Parabéns pela excelência das tuas palavras. Continuação de boa semana, querida amiga Marta. Beijo.
Fecha-te à noite e vem.. Vem pelos longos e sinuosos caminhos que se atravessam no meu peito nu, perdido já em desejos. Não me sinto nua ou solitária. Mas nada há a dizer quando te projectas em mim na cumplicidade do teu olhar. POEMA ESCRITO EM MAIO DE 2009 E NOVAMENTE PUBLICADO EM RESPOSTA AO DESAFIO DE FLOR DO CAMPO
Hoje… inspiro-me no azul… No contraste entre a Paz e a Fúria… Ou o simples mergulhar do corpo no Mar… Esquecer o Ontem… O Hoje…também… Por escassos momentos… Poema escrito em Outubro 2017 II Talvez Hoje… eu volte a escrever a Azul… E, fale novamente de Paz… Dessa Paz longínqua… mas que consigo encontrar algures no Mar… Poema escrito em Agosto 2026 Ambos os poemas escritos por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muratom
Encontro-te... sentado na sala, com as luzes baixas... Assustas-me... Tu, com a tua lendária e inesgotável energia... Os teus desportos radicais... que nunca entendi... Como baixo está o som... A música escolhida... O meu tango favorito, à "Média Luz", que sempre desdenhaste e cuja letra, tantas vezes... torturaste... Procuro o champagne e o ramo de rosas habituais... O gesto simpático de um bom amigo para com a anfitriã do jantar... Em vão... E quando te interrogo com o olhar... o teu continua inexpressivo e levantas-te silenciosamente da cadeira... Caminhas para mim, desenhando na perfeição os passos clássicos do tango... Arrebatando-me... conduzindo-me fatalmente pela sala... Numa reconquista, numa renovação, numa afirmação... Poema escrito em 2007 por MV@MartaVinhais@ e publicado hoje novamente em resposta à proposta "Tertúlia de Amor" do blog " Amor Azul" Em homenagem também à minha Mãe que cantava muitas vezes a sua versão deste tango.
Comentários
Beijinhos, Marta e parabéns. Gostei muito !
Emilia
Parabéns pela excelência das tuas palavras.
Continuação de boa semana, querida amiga Marta.
Beijo.
Magnifico poema!
O poema é como a vida que nunca está completa na sua multiplicidade de cores.
Um beijinho e bom domingo.
Ailime