Un versos al límite de los sentimientos que arden dentro de un cuerpo demasiado débil para resistirlos...las imágenes fluyen con las palabras sugerentes y llenas de melancolía. Precioso.
Voy a llevarme el link del blog para no perderme lo que vaya publicando pues a mi me gusta saber que llama arde en el corazón de la gente. Gracias por su comentario. Afectuosamente. Franziska
Desejar em silêncio quando as palavras nem são precisas para contar uma história. Brilhante, gostei imenso. Bom fim de semana, querida amiga Marta. Beijo.
Hoje… inspiro-me no azul… No contraste entre a Paz e a Fúria… Ou o simples mergulhar do corpo no Mar… Esquecer o Ontem… O Hoje…também… Por escassos momentos… Poema escrito em Outubro 2017 II Talvez Hoje… eu volte a escrever a Azul… E, fale novamente de Paz… Dessa Paz longínqua… mas que consigo encontrar algures no Mar… Poema escrito em Agosto 2026 Ambos os poemas escritos por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muratom
Encontro-te... sentado na sala, com as luzes baixas... Assustas-me... Tu, com a tua lendária e inesgotável energia... Os teus desportos radicais... que nunca entendi... Como baixo está o som... A música escolhida... O meu tango favorito, à "Média Luz", que sempre desdenhaste e cuja letra, tantas vezes... torturaste... Procuro o champagne e o ramo de rosas habituais... O gesto simpático de um bom amigo para com a anfitriã do jantar... Em vão... E quando te interrogo com o olhar... o teu continua inexpressivo e levantas-te silenciosamente da cadeira... Caminhas para mim, desenhando na perfeição os passos clássicos do tango... Arrebatando-me... conduzindo-me fatalmente pela sala... Numa reconquista, numa renovação, numa afirmação... Poema escrito em 2007 por MV@MartaVinhais@ e publicado hoje novamente em resposta à proposta "Tertúlia de Amor" do blog " Amor Azul" Em homenagem também à minha Mãe que cantava muitas vezes a sua versão deste tango.
Ouço a fúria da chuva lá fora, no jardim... E, penso... no final que poderei dar à história que a chuva conta... Uma história que se desenha na sombra das árvores e sorri... no verde das folhas... Poema escrito em Setembro 2014 II Há muito… que não escuto a fúria do Vento… a abater-se sobre as copas das árvores… Porque já não tenho qualquer história a escrever sobre o jardim e sobre aquelas árvores… Tudo desapareceu… e eu própria em breve… deixarei este local… Poema escrito em Julho 2026 Ambos os poemas escritos por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Comentários
Voy a llevarme el link del blog para no perderme lo que vaya publicando pues a mi me gusta saber que llama arde en el corazón de la gente. Gracias por su comentario. Afectuosamente. Franziska
esse silêncio
é tão cúmplice que não deve haver palavras
para o quebrar
gostei muito e a imagem de suporte foi muito bem escolhida
beijinhos
:)
Brilhante, gostei imenso.
Bom fim de semana, querida amiga Marta.
Beijo.
vamos encontrar-nos
Bjs
Bj.