Não há nada mais indecente do que a miséria humana e o descaso do ser humano em relação a isso; viramos o olhar para não ver o pobre dormindo na rua, a criança que pede esmola, ou o idoso que, sentado num banco da praça okha o vazio, na maior solidão. Indecência é não estendermos a mão a quem eela precisa. Um beijinho, Marta e obrigada! Agora, no Natal, vai ser diferente, mas nem por isso vamos ser mais decentes; vamos, sim, ser mais impostores Até. .. Emilia
Boa tarde de Dezembri, querida amiga Marta! Os preconceituosos sao capazes de por um sentido maldoso do seu 💟 a qualquer palavra. A boca fala do que bo 💟 ta cheio. Muito interessante o poema e sua mensagem. Tenha dias felizes! Bjm carinhoso e fraterno de paz e bem
Pois é, acho que sim que é como escreves. beijinhos :)
PS:Tenho tido muita dificuldade em comentar, postar e visitar os blogues dos meus seguidores e amigos pois simplesmente nem abrem. Não sei se o problema será só meu, mas creio que não. Pelo facto a que sou totalmente alheia peço desculpa.
Hoje… inspiro-me no azul… No contraste entre a Paz e a Fúria… Ou o simples mergulhar do corpo no Mar… Esquecer o Ontem… O Hoje…também… Por escassos momentos… Poema escrito em Outubro 2017 II Talvez Hoje… eu volte a escrever a Azul… E, fale novamente de Paz… Dessa Paz longínqua… mas que consigo encontrar algures no Mar… Poema escrito em Agosto 2026 Ambos os poemas escritos por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muratom
Encontro-te... sentado na sala, com as luzes baixas... Assustas-me... Tu, com a tua lendária e inesgotável energia... Os teus desportos radicais... que nunca entendi... Como baixo está o som... A música escolhida... O meu tango favorito, à "Média Luz", que sempre desdenhaste e cuja letra, tantas vezes... torturaste... Procuro o champagne e o ramo de rosas habituais... O gesto simpático de um bom amigo para com a anfitriã do jantar... Em vão... E quando te interrogo com o olhar... o teu continua inexpressivo e levantas-te silenciosamente da cadeira... Caminhas para mim, desenhando na perfeição os passos clássicos do tango... Arrebatando-me... conduzindo-me fatalmente pela sala... Numa reconquista, numa renovação, numa afirmação... Poema escrito em 2007 por MV@MartaVinhais@ e publicado hoje novamente em resposta à proposta "Tertúlia de Amor" do blog " Amor Azul" Em homenagem também à minha Mãe que cantava muitas vezes a sua versão deste tango.
Ouço a fúria da chuva lá fora, no jardim... E, penso... no final que poderei dar à história que a chuva conta... Uma história que se desenha na sombra das árvores e sorri... no verde das folhas... Poema escrito em Setembro 2014 II Há muito… que não escuto a fúria do Vento… a abater-se sobre as copas das árvores… Porque já não tenho qualquer história a escrever sobre o jardim e sobre aquelas árvores… Tudo desapareceu… e eu própria em breve… deixarei este local… Poema escrito em Julho 2026 Ambos os poemas escritos por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Comentários
Hoje : Faz do meu corpo, o violino.
Bjos
Votos de uma óptima Segunda - Feira
Uma boa semana, Marta minha Amiga.
Um beijo.
Até. ..
Emilia
Os preconceituosos sao capazes de por um sentido maldoso do seu 💟 a qualquer palavra. A boca fala do que bo 💟 ta cheio.
Muito interessante o poema e sua mensagem.
Tenha dias felizes!
Bjm carinhoso e fraterno de paz e bem
beijinhos
:)
PS:Tenho tido muita dificuldade em comentar, postar e visitar os blogues dos meus seguidores e amigos pois simplesmente nem abrem. Não sei se o problema será só meu, mas creio que não. Pelo facto a que sou totalmente alheia peço desculpa.
:(