O poema perfeito para um dia em que a chuva cai insistente, arrastando não só gaivotas como lamentos e almas magoadas... o poema perfeito para os dias imperfeitos!
Boa tarde Marta, Magnifico poema! As gaivotas que no seu pio "magoam a alma", mas que prenunciam dias repletos de bonança! Desejo-lhe uma noite tranquila! Beijinhos, Ailime
Não sei… como quebrar este silêncio… O silêncio que paira quando a música acaba… e o Mundo nos reclama… Poema escrito em Setembro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Como eu gostaria de passear nas Nuvens… De derrapar, de deslizar, e descobrir novamente o prazer de (re) inventar palavras… num abraço infinito… Poema escrito em Setembro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Não sei… não sei como parar o Vento… e esvaziar o Tempo de dores antigas… Poema escrito em Agosto 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muraton
Comentários
Magnifico poema!
As gaivotas que no seu pio "magoam a alma", mas que prenunciam dias repletos de bonança!
Desejo-lhe uma noite tranquila!
Beijinhos,
Ailime
Poesia que se derrama.
Beijinhos
Belo poema, gostei.
Tem um bom fim de semana, querida amiga Marta.
Beijo.
Ia dizer plácido, mas é algo mais que isso. E toca.
Um beijo amigo
Às vezes, o outono lembra-nos a solidão do futuro...
Um beijo.
acordo este tempo
que me dissolve a alma?
Pequeno mas capaz
de mover asas de gaivota.
Com muito sentimento, Marta.