Se calhar até se pode inverter o sentido do sopro do Vento, e assim inverter os sonhos e iluminar a escuridão... há que tentar encontrar no Vento um aliado...
E o vento é soberano, faz o que quer e muitas vezes arrasta com ele tudo o que encontra pela frente. Não há nada a fazer a não ser tentar outro caminho mais ameno, mas...será que conseguimos? Será que o vento deixa? Beijinhos amiga e votos de um alegre e santo Natal. Emília
Não sei… como quebrar este silêncio… O silêncio que paira quando a música acaba… e o Mundo nos reclama… Poema escrito em Setembro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Como eu gostaria de passear nas Nuvens… De derrapar, de deslizar, e descobrir novamente o prazer de (re) inventar palavras… num abraço infinito… Poema escrito em Setembro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Não sei… não sei como parar o Vento… e esvaziar o Tempo de dores antigas… Poema escrito em Agosto 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muraton
Comentários
a foto está espectacular.
:)
Quando o vento nos desfaz os sonhos, nada há a dizer. Devemos apenas reagir para os reconstruir.
Beijos
Bem conseguido, Marta.
Emília
Mas o vento também incute força!
Beijinhos,
Ailime