A sobriedade do poema feito, perfeito na ficção da paixão. Com um odor distinto, restrito, perceptivelmente na face e no verso. É poema que chama insinuante.
Não sei… como quebrar este silêncio… O silêncio que paira quando a música acaba… e o Mundo nos reclama… Poema escrito em Setembro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Como eu gostaria de passear nas Nuvens… De derrapar, de deslizar, e descobrir novamente o prazer de (re) inventar palavras… num abraço infinito… Poema escrito em Setembro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Não sei… não sei como parar o Vento… e esvaziar o Tempo de dores antigas… Poema escrito em Agosto 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muraton
Comentários
Um beijo, Marta.
perfeito na ficção da paixão.
Com um odor distinto,
restrito, perceptivelmente
na face e no verso.
É poema que chama
insinuante.
Bj.
:)
Um poema impregnado de amor.
Magnifico!
Beijinhos,
Ailime