ENCONTRO novembro 26, 2017 Quando não sei nada de ti… Nada sei de ti realmente… Não te sinto… Não te encontro em mim… E sinto-me… Como se tivesse naufragado algures… DE VINCENT BOURILLON Obter link Facebook X Pinterest Email Outras aplicações Comentários _ Gil António _ disse… Quando se deixa vaguear o imaginário acontecem as palavras perfeitas. Gostei muito de ler. Curo mas muito sentido.{ hoje:« Não sei se a minha alma me é sincera }.Deixo cumprimentos poéticos.. Cidália Ferreira disse… Momentos revoltos* Lindo!!Bom Domingo. Beijos Larissa Santos disse… Boa tarde.Que bonitas palavras e, imagemHoje do GIL» [ Não sei se a minha alma me é sincera ]BjosResto de Domingo Feliz Manuel Veiga disse… assim as presenças (e as pertenças) vivas!gostei muitobeijo Sofá Amarelo disse… Naufraga-se nas ondas da ausência, sendo que muitas vezes essa ausência torna-se cada vez mais longínqua, menos sentida.. Graça Pires disse… Somos náufragos da nossa própria intimidade. Dos encontros, dos desencontros...Muito belo, Marta.Um beijo.
Comentários
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{ hoje:« Não sei se a minha alma me é sincera }
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Deixo cumprimentos poéticos.
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Bom Domingo. Beijos
Que bonitas palavras e, imagem
Hoje do GIL» [ Não sei se a minha alma me é sincera ]
Bjos
Resto de Domingo Feliz
gostei muito
beijo
Muito belo, Marta.
Um beijo.