Como escrevi em tempos, "(...) As palavras não se abrem nem se fecham mas respiram sempre para lá da aspereza do silêncio da harmonia incendiada do dilema da inquebrantável perda do sentido (...)".
Mas, sim, Marta, nem sempre se pode brincar com elas, dada a sua complexidade itinerante, armadilhada em miríades de encriptações subjectivadas ao abrigo de confrontos variáveis, que a individuação (real, simbólico, imaginário, inconsciente) de cada um faz oscilar. Um bom fim-de-semana.
Como eu gostaria de passear nas Nuvens… De derrapar, de deslizar, e descobrir novamente o prazer de (re) inventar palavras… num abraço infinito… Poema escrito em Setembro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Não sei… como quebrar este silêncio… O silêncio que paira quando a música acaba… e o Mundo nos reclama… Poema escrito em Setembro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Não sei… não sei como parar o Vento… e esvaziar o Tempo de dores antigas… Poema escrito em Agosto 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muraton
Comentários
Beijo. Bom fim de semana!
Lindo, Marta!
Uma boa semana.
Um beijo.
Um poema magnífico.
As palavras são o eco da nossa alma.
Um beijinho e uma boa semana.
Ailime
mesmo quando falam em silêncio.
Bj.
mas respiram sempre
para lá da aspereza do silêncio
da harmonia incendiada do dilema
da inquebrantável perda do sentido (...)".
Mas, sim, Marta, nem sempre se pode brincar com elas, dada a sua complexidade itinerante, armadilhada em miríades de encriptações subjectivadas ao abrigo de confrontos variáveis, que a individuação (real, simbólico, imaginário, inconsciente) de cada um faz oscilar.
Um bom fim-de-semana.