EM DESESPERO outubro 08, 2015 Não amo em desespero... Amo apenas... Sem procurar razões... Escutando os sentidos a incendiarem-se... A lutarem entre si... E depois a acalmarem-se no culminar do êxtase... TELA DE DAVID GRAY (USA) Obter link Facebook X Pinterest Email Outras aplicações Comentários Jaime Portela disse… Amar por amar, sem mais nada a justificar o amor, é o amor verdadeiro.Magnífico poema, como sempre. Gostei imenso.Marta, minha querida amiga, tenha um bom resto de semana.Abraço. Daniel C.da Silva disse… Amar sem procurar razões? E poderá haver outra forma de amar? :)Muito bom...beijo amigo Daniel Costa disse… Marta, o amor nunca carece de razões, é como um poema, nasce da imaginação.Beijos Graça Pires disse… Amar sempre, com os sentidos todos incendiados. Para quê a razão?.Belo, Marta.Um beijo. Sofá Amarelo disse… Nada é bom de fazer em desespero... tudo deve ser sereno e natural, porque só assim os sentidos estão em sintonia com o êxtase... Mar Arável disse… Belo nesta desordem de cores nos jardins Agostinho disse… Fique-se pelo "espero", atire-se o prefixo às malvas.Depois há-de vir o que se quer, quem se quer.
Comentários
Magnífico poema, como sempre. Gostei imenso.
Marta, minha querida amiga, tenha um bom resto de semana.
Abraço.
Muito bom...
beijo amigo
Beijos
Belo, Marta.
Um beijo.
Depois há-de vir o que se quer, quem se quer.