Sonho demais e talvez não devesse confiar tanto no tempo. Em que te amo loucamente, em que me sinto confusa por ser finalmente eu. Mesmo assim, não me convenço de que te amo como sempre desejei e sinto em ti a resposta que sempre sonhei. Não me atrevo a querer mais. POEMA ESCRITO E PUBLICADO EM SETEMBRO 2010 Nota: Nos comentários, também podem dar a vossa opinião sobre a última frase, ou seja, devemos atrever-nos a querer mais?
Comentários
Um beijo, Marta.
perfeito na ficção da paixão.
Com um odor distinto,
restrito, perceptivelmente
na face e no verso.
É poema que chama
insinuante.
Bj.
:)
Um poema impregnado de amor.
Magnifico!
Beijinhos,
Ailime