Baixei a minha cabeça e vivi no medo. Procurei conforto na escuridão... atormentada com as imagens e as exigências impostas pelos outros.. Sem certezas do que queria verdadeiramente. Cega, surda e muda... no caminho mais fácil.. Não olhei para dentro da minha alma ; ignorei-a... Não tomei conta do meu destino e perdi o respeito por mim. .. Hoje, aprendi a ser tolerante... Não exigo; compreendo... Dou o que tenho para dar; o que a minha alma sempre me segredou.. Se comando o meu destino? Comando tudo se falar com tudo e deixar que me falem.... Com a alma... Comentário escrito e publicado em Fevereiro de 2010 por MV@MartaVinhais@ como resposta ao poema "Invictus" de William Ernest Henley O desafio é: A partir das palavras em negrito, escrever um texto, um poema, um comentário sobre " falar com alma". Boa Sorte....
Comentários
é sempre preferível não
ter certezas
De certezas
está o inferno a abarrotar
panelas a vomitar a minerar
mercúrio metal
Devassadas estão as vidraças
com certeza
Beijo.
Um poema lindo...
As nossas certezas nem sempre o são. Mesmo na dúvida o vento leva-as para longe.
Um beijinho,
Ailime
Mas, devemos continuar...
Beijinhos
Magnífico poema, gostei imenso.
Continuação de boa semana, querida amiga Marta.
Beijo.
às vezes é melhor nao ter certezas de nada.
e ir ao sabor da maré.
gostei como sempre!
beijinhos
:)