Sopram ventos de melancolia Transparente é o cinza que a tua alma encerra
A minha pobreza é a falta de um par de asas Encontrei um lugar de reinvenção das sombras Pensei virar as costas ao tempo e ao deslumbramento E aí houve estranhamente o amanhecer das minhas palavras
Não sei… não sei como parar o Vento… e esvaziar o Tempo de dores antigas… Poema escrito em Agosto 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muraton
Não sei… como quebrar este silêncio… O silêncio que paira quando a música acaba… e o Mundo nos reclama… Poema escrito em Setembro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Hoje… só posso falar da Hora Dourada… Essa hora em que o Sol, sempre irreverente, se despede da Lua com um beijo… Um beijo ainda com cor… Uma cor tão quente e tão bela… e pela qual a Lua tanto suspira no vazio da Noite… Poema escrito em Agosto 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muraton
Comentários
Entre o céu e a terra, pensamento de ave!
Beijos
Belo poema, querida amiga.
Beijo.
Beijo da Luz.
Transparente é o cinza que a tua alma encerra
A minha pobreza é a falta de um par de asas
Encontrei um lugar de reinvenção das sombras
Pensei virar as costas ao tempo e ao deslumbramento
E aí houve estranhamente o amanhecer das minhas palavras
E passei para te deixar
Um mágico beijo