O olho não vê que vê, nem o ouvido ouve que ouve; mas a alma humana julga os seus próprios pensamentos. E quando a alma sorri não há palavras bonitas que retratem o seu clarão.
Por momentos... pensei ter acordado noutra galáxia... Por tão profundo ter sido o meu sono, afastando de vez o fantasma da insónia, dos pensamentos revividos, revistos... Perguntas angustiadas e respostas sombrias... Mas não... Acordei no meu quarto no meu quarto azul e dourado.... Cores um pouco já desbotadas, confesso, mas às quais permaneço leal, e outras não quero... O azul puro, de que fugi um dia, mas que agora, à medo, conquista e mancha os meus sonhos... combinando, na perfeição, uma espiral de cores sensuais e quentes.... Poema escrito em 2006 por MV@MartaVinhais@ e publicado hoje novamente em resposta ao desafio "As Cores do meu Eu Real" proposto pelo Blog "Idade Espiritual"
Hoje… esvazio o meu tempo de ti… E escondo a tua presença no fundo da mente… Tentando viver (se tal é possível)... novamente… Poema escrito em Janeiro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Aeriel East
Esta noite… volto a divagar sobre as cores do arco-íris… Essas cores suaves e doces que se pintam na parede nua do tempo… e se escrevem em mim… Poema escrito em Dezembro 2025 por MV@Marta Vinhais@ Foto de autoria de Laura Zalenga
Comentários
Beijinho
E quando a alma sorri não há palavras bonitas que retratem o seu clarão.
Tudo vem da alma. EXIGE!
Beijos da Luz.
Luzes e Luares. Obrigada!
e que seja um belo sorriso!
boa semana.
beijos
:)