Por momentos... pensei ter acordado noutra galáxia... Por tão profundo ter sido o meu sono, afastando de vez o fantasma da insónia, dos pensamentos revividos, revistos... Perguntas angustiadas e respostas sombrias... Mas não... Acordei no meu quarto no meu quarto azul e dourado.... Cores um pouco já desbotadas, confesso, mas às quais permaneço leal, e outras não quero... O azul puro, de que fugi um dia, mas que agora, à medo, conquista e mancha os meus sonhos... combinando, na perfeição, uma espiral de cores sensuais e quentes.... Poema escrito em 2006 por MV@MartaVinhais@ e publicado hoje novamente em resposta ao desafio "As Cores do meu Eu Real" proposto pelo Blog "Idade Espiritual"
Esta noite… volto a divagar sobre as cores do arco-íris… Essas cores suaves e doces que se pintam na parede nua do tempo… e se escrevem em mim… Poema escrito em Dezembro 2025 por MV@Marta Vinhais@ Foto de autoria de Laura Zalenga
Amanhã… Todos falam do amanhã… Mas o “ amanhã” é apenas um novo dia, um outro tempo… E eu?... Eu fecho–me hoje em mim… E penso em ti… no teu desejo, na tua paixão … E depois… respiro fundo e amo-te… TELA DE BETTINA BALDASSARI
Comentários
Um poema belo, verde como a esperança!
Essa esperança que jamais devemos deixar morrer no nosso coração!
Beijinhos,
Ailime
Gostei do poema.
Lá fora, a chuva cai, a relva se refresca, saboreia, enquanto a mente se recreia, emitindo um bonito poema.
Beijos
Belo poema, gostei imenso.
Querida amiga, boa semana.
Beijo.