Por momentos... pensei ter acordado noutra galáxia... Por tão profundo ter sido o meu sono, afastando de vez o fantasma da insónia, dos pensamentos revividos, revistos... Perguntas angustiadas e respostas sombrias... Mas não... Acordei no meu quarto no meu quarto azul e dourado.... Cores um pouco já desbotadas, confesso, mas às quais permaneço leal, e outras não quero... O azul puro, de que fugi um dia, mas que agora, à medo, conquista e mancha os meus sonhos... combinando, na perfeição, uma espiral de cores sensuais e quentes.... Poema escrito em 2006 por MV@MartaVinhais@ e publicado hoje novamente em resposta ao desafio "As Cores do meu Eu Real" proposto pelo Blog "Idade Espiritual"
Comentários
Deserta, pode sempre servir de inspiração para um belo poema, como por certo te serviu a imagem da praia.
Beijos
Belo poema, gostei.
BOM ANO, querida amiga Marta.
Beijo.
Um bom dia de reis, e claro, um belíssimo 2015!
Beijo amigo
deserta de livre.
Em qual dos sentidos faz sentido?
Desejar é sentir-nos vivos
Estar livre é ser capaz de subir
ao Everest!
Faz muito sentido.