Falar de amor...dar amor....deve ser em qualquer noite e de preferência todos os dias e dói, dói imenso quando se quer dar amor, recebê-lo ou até manifestá-lo com um sorriso nos lábios, um bom dia ao vizinho, um olhar alegre para quem por nós passa na rua e de volta não recebemos nada. Se for de grandes amigos ou de grandes amores, então a dor é tremenda. De certeza que os amigos de grandes passam a simples desconhecidos e os amores, esses, por muito que custe, o melhor é esquecer; " dói o corpo...dói a alma " mas o tempo acaba por nos ajudar e a cura chega; a ferida fecha e fica só a cicatriz que, de novo com a ajuda do tempo, desaparecerá. Beijinhos, Marta e, com versos simples consegues transmitir belas mensagens; é só saber "ler nas entrelinhas". Obrigada, amiga! Emília
Deixa-me só… À luz do Sol… para que os fantasmas inoportunos se afastem e eu não tenha medo de viver… nem das palavras lançadas ao ar com desprezo… Poema escrito em Junho 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Não, não sei quem tu és... Se o amante apaixonado e intenso, se o amigo controlador e arrogante... Hoje... Hoje não vou procurar desculpas... Nem sequer vou pensar que a culpa é minha... Porque hoje... Hoje vou (re) aprender a ser quem sempre fui... Tela de Axentowicz
Quem me fala de amor É um amor-perfeito Perfeito na profusão das cores Brilhantes e aveludadas Contudo, por entre os amarelos e os vermelhos.... Destoa o violeta Morre com o preto Deslumbra-se com o branco Com a frescura das manhãs Até com o cheiro da relva E com o orvalho Sabe que o esquecem facilmente Ou talvez não Pois às vezes, é o tempo que murcha mais depressa.... Poema escrito e publicado em Maio de 2009 A minha participação na última semana do desafio proposto pelo blog Escritos D'Alm a
Comentários
Emília
Belíssimo poema, gostei imenso.
Marta, tenha um bom resto de semana.
Abraço.
Um poema lindo que me deixou a pensar!
Por vezes as tréguas são necessárias para amenizar as dores.
Beijinhos,
Ailime
Assim o poema encanta.
Beijos
Beijo.