E quando o sol nao consegue romper as nuvens ficamos sem luz e os caminhos que temos de correr , sem o seu brilho tornam-se tortuoso e o rumo certo ė difícil de encontrar. Sentimo-nos perdidos, acabrunhados, de luto. O amor resolve, mas nem sempre aparece; também ele parece estar de luto. Beijinhos, Marta e que o sol ilumine o teu caminho. Emilia
Por momentos... pensei ter acordado noutra galáxia... Por tão profundo ter sido o meu sono, afastando de vez o fantasma da insónia, dos pensamentos revividos, revistos... Perguntas angustiadas e respostas sombrias... Mas não... Acordei no meu quarto no meu quarto azul e dourado.... Cores um pouco já desbotadas, confesso, mas às quais permaneço leal, e outras não quero... O azul puro, de que fugi um dia, mas que agora, à medo, conquista e mancha os meus sonhos... combinando, na perfeição, uma espiral de cores sensuais e quentes.... Poema escrito em 2006 por MV@MartaVinhais@ e publicado hoje novamente em resposta ao desafio "As Cores do meu Eu Real" proposto pelo Blog "Idade Espiritual"
Hoje… esvazio o meu tempo de ti… E escondo a tua presença no fundo da mente… Tentando viver (se tal é possível)... novamente… Poema escrito em Janeiro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Aeriel East
Esta noite… volto a divagar sobre as cores do arco-íris… Essas cores suaves e doces que se pintam na parede nua do tempo… e se escrevem em mim… Poema escrito em Dezembro 2025 por MV@Marta Vinhais@ Foto de autoria de Laura Zalenga
Comentários
Emilia
Belo poema, como sempre. Gostei imenso.
Continuação de boa semana, querida amiga Marta.
Beijo.
Um poema magnifico, esperançoso.
"A luz que que teima em romper a bruma" aclarará o "céu vestido de luto".
Beijinhos,
Ailime
Lindo demais!
Beijos!
Mariangela