Um poema faz-nos pensar, sonhar, voar em sonhos para bem longe; podemos ficar tempos infinitos a olhar um poema e com certeza esgotariamos as palavras, pois a nossa alma sentiria uma imensidão tal de emoções que seriam impossiveis de serem descritas. E, se no outro dia voltassemoa ao mesmo poema, sentimentos completamente diferentes nos assolariam e assim por diante. Viagens constantes e diferentes com um único poema Beijinhos, Marta e parabéns. Gostei muito ! Emilia
Uma excelente definição de poema. Confesso que fiquei boquiaberto quando li que o poema "é uma viagem ao fundo do arco íris". E, sobre isto, poder-se-ão tecer milhares de considerações... Parabéns pela excelência das tuas palavras. Continuação de boa semana, querida amiga Marta. Beijo.
Hoje, vamos pensar que estamos no Topo do Mundo… Por um minuto, sessenta segundos em que nos fechamos ao caos e o corpo se rende a si próprio… Apenas sentir o sangue a navegar, a conquistar a pele e o ar liberta-se lentamente… Em movimentos fluídos como numa dança, rasgando todos os véus com que, por vezes, nos escondemos… Porque neste minuto, nestes 60 segundos, apenas existimos nós e o Topo do Mundo. Talvez o Vento tente distrair-nos, desafiando-nos para um duelo mortal e as águias nos vigiem, estilhaçando o céu com gritos estridentes. Mas o “ talvez” não existe para nós… Estamos seguros, conscientes de nós, a sentir como a energia nos abraça e fala de Paz, essa Paz que se pinta em cada um dos nossos gestos... E, quando descermos do Topo do Mundo e abrirmos finalmente os olhos, o caos poderá continuar, mas esse minuto, esses sessenta segundos permanecerão vivos. Vivos no olhar tranquilo com que saudamos os outros, num simples abraço ou numa risada feliz. Porque estar no Topo d...
Fala-me.... Fala-me desses teus sonhos.... Doces como estrelas cadentes... Num mar de desejos satisfeitos... Fala-me... Fala-me de tudo o que te faz feliz.... Do porquê desse teu perpétuo sorriso... Dessa tua atitude fácil e despreocupada... Obra, talvez do Diabo.... Pois dizem... tão feliz.... ninguém o é... Fala-me dessas tuas noites tranquilas... em que só amas... E... amar te fazes.... E eu??? Pois eu... continuo a ter noites longas... de insónias.... Poema escrito em 2007 por MV@MartaVinhais@ e publicado novamente em resposta à proposta "Tertúlia de Amor" do blog "Amor Azul"
Ouço a fúria da chuva lá fora, no jardim... E, penso... no final que poderei dar à história que a chuva conta... Uma história que se desenha na sombra das árvores e sorri... no verde das folhas... Poema escrito em Setembro 2014 II Há muito… que não escuto a fúria do Vento… a abater-se sobre as copas das árvores… Porque já não tenho qualquer história a escrever sobre o jardim e sobre aquelas árvores… Tudo desapareceu… e eu própria em breve… deixarei este local… Poema escrito em Julho 2026 Ambos os poemas escritos por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Comentários
Beijinhos, Marta e parabéns. Gostei muito !
Emilia
Parabéns pela excelência das tuas palavras.
Continuação de boa semana, querida amiga Marta.
Beijo.
Magnifico poema!
O poema é como a vida que nunca está completa na sua multiplicidade de cores.
Um beijinho e bom domingo.
Ailime