Já houve alguém que tinha um 'papel principal' (poema de Adelaide Ferreira) e que afinal não o soube interpretar, por isso ter um papel secundário não significa necessariamente que se esteja subalternizado... em especial se competindo com o Sol e o seu brilho, é impossível não ter mais que um papel secundário...
Boa noite Marta, Jamais teremos um papel secundário. Somos o que somos e valemos muito mais do que imaginamos. Mesmo que os outros não pensem assim ... Mar Arável tem razão. Beijinhos com carinho. Ailime
Os papéis secundários são cruciais e também ganham Óscares. Como brilhariam as estrelas sem secundários e figurantes. E quem sabe se, na convergência de dois astros a personagem não irá brilhar intensamente? Bem formalada a poética encontrada, Marta. Bj.
Hoje… só posso falar da Hora Dourada… Essa hora em que o Sol, sempre irreverente, se despede da Lua com um beijo… Um beijo ainda com cor… Uma cor tão quente e tão bela… e pela qual a Lua tanto suspira no vazio da Noite… Poema escrito em Agosto 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muraton
Medito… Reencontro-me com a minha Alma, tão agitada, tão ávida de sossego… E, volto a procurar as minhas memórias, os meus sonhos felizes… E talvez agora… as minhas noites tenham Luz e Cores… e eu já não me sinta tão exausta… quando a insónia me conquista… Poema escrito em Fevereiro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Paula Beltrán
Parti entusiasmado Fiquei iludido com promessas feitas Ouro, terras com fartura Mas ninguém me falou Dos dias e dias sem avistar terra Do sol Sinto-o a queimar-me os lábios e as faces Sinto-me a enlouquecer com fome e com sede E o que dizer dos enterros no mar? Não sei há quantas semanas parti Nem sei já o que vim descobri Sei apenas que quis seguir o sonho do Príncipe Ser Príncipe também FOTO DE AUTORIA DE NUNO DE SOUSA (Texto de minha autoria escrito a convite do Nuno e colocado no seu blog Nuno's Photo Space. Reeditado com alterações)
Comentários
Bj
Belo, Marta!
Uma boa semana.
Beijos.
Poeta ou poetisa, até ver, será sempre escritor de papel secundário. Quem souber bem ler o teu poema, verá que nem sempre tem de ser assim.
Bjs
Jamais teremos um papel secundário.
Somos o que somos e valemos muito mais do que imaginamos.
Mesmo que os outros não pensem assim ...
Mar Arável tem razão.
Beijinhos com carinho.
Ailime
Como brilhariam as estrelas sem secundários e figurantes.
E quem sabe se, na convergência de dois astros a personagem não irá brilhar intensamente?
Bem formalada a poética encontrada, Marta.
Bj.