Ha sido un placer colver a leer lo que compartes, poesía e imagen que son, sin duda, muy hermosas las palabras por lo que sugieren y la imagen ampara. Bello.
Hoje, vamos pensar que estamos no Topo do Mundo… Por um minuto, sessenta segundos em que nos fechamos ao caos e o corpo se rende a si próprio… Apenas sentir o sangue a navegar, a conquistar a pele e o ar liberta-se lentamente… Em movimentos fluídos como numa dança, rasgando todos os véus com que, por vezes, nos escondemos… Porque neste minuto, nestes 60 segundos, apenas existimos nós e o Topo do Mundo. Talvez o Vento tente distrair-nos, desafiando-nos para um duelo mortal e as águias nos vigiem, estilhaçando o céu com gritos estridentes. Mas o “ talvez” não existe para nós… Estamos seguros, conscientes de nós, a sentir como a energia nos abraça e fala de Paz, essa Paz que se pinta em cada um dos nossos gestos... E, quando descermos do Topo do Mundo e abrirmos finalmente os olhos, o caos poderá continuar, mas esse minuto, esses sessenta segundos permanecerão vivos. Vivos no olhar tranquilo com que saudamos os outros, num simples abraço ou numa risada feliz. Porque estar no Topo d...
O Tempo… pode dilacerar-me… mas eu resisto… Inspiro profundamente e sinto como o ar circula pelo meu corpo… libertando-se, depois, num grito estridente… tão alto… que até o Tempo espanta… Poema escrito em Junho 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Comentários
Mais a sério, gostei muito do teu poema.
Continuação de boa semana, querida amiga Marta.
Beijo.
Um poema lindo.
Azul é para mim a cor da paz.
Beijinhos,
Ailime
Saludos muy afectuosos y cordiales. Franziska
Quanto ao cabelo, as ondas do mar também são azuis, porque não as ondas do cabelo também?
Belíssimo, Marta.
Uma boa semana.
Um beijo.
Só que ainda não tive coragem de pintar o cabelo de azul, mas, até acho que me ficaria bem.
beijos
;)