E o céu tem estado azul... mesmo que se debroado por nuvens brancas podemos vê-lo azul... porque as memórias de infância permitem sonhar e ver o que quisermos...
Esta é… Uma memória perdida no tempo… O tempo… em que me perdi em ti… sem pensar em mim… Poema escrito em Agosto 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de José Alex Gandum
Sonho demais e talvez não devesse confiar tanto no tempo. Em que te amo loucamente, em que me sinto confusa por ser finalmente eu. Mesmo assim, não me convenço de que te amo como sempre desejei e sinto em ti a resposta que sempre sonhei. Não me atrevo a querer mais. POEMA ESCRITO E PUBLICADO EM SETEMBRO 2010 Nota: Nos comentários, também podem dar a vossa opinião sobre a última frase, ou seja, devemos atrever-nos a querer mais?
Continuo… a imaginar-me sentada num tapete voador… Mas hoje… Hoje não escuto Debussy… Hoje escolhi Satie e simplesmente… desapareço por entre os acordes…. Poema escrito em Julho 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Peishen Liang
Comentários
Um beijo, Marta.
Na singela imagem me vejo brincando e correndo toda fazenda. Nuvens existem, mas a imagem seria uma ilusão?
Linda noite!
Lua Singular
ditada pela menina
dos olhos da inocência
sem idade esse azul menina
O azul do céu e do mar(sempre)
Momento simples e belo de poesia translúcida.
beijinhos
:)
Belas palavras, gostei imenso.
Bom resto de semana, querida amiga Marta.
Beijo.
Que poema lindo, leve e transparente como o azul do céu.
Um beijinho.
Ailime