Para quê… falar da dor da tua ausência se o Vento ainda me fala de ti?... E desperta em mim… memórias de ti?... Poema escrito em Janeiro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Laura Zalenga
Não… Não há horas contadas… Quando o meu corpo procura o teu corpo… e o encontra… e nos ausentamos do Mundo… Poema escrito em Janeiro 2026 por MV@Marta Vinhais@ Canção escolhida " Georgia on My Mind" (versão Ray Charles) Foto de autoria de Brooke Shaden
Nem todas as palavras são de amor.. Algumas falam de desejo; outras perdem-se na paixão... Mas todas selam o destino de alguém... Selei o meu quando me chamaste “querida”.... POEMA ESCRITO E PUBLICADO EM 2013 O desafio deste mês é o seguinte: Escrevam um pequeno texto e/ou poema sobre as palavras. Têm que começar obrigatoriamente por " Nem todas as palavras são de amor ", mas a partir daqui, expliquem: O que escondem quando não são palavras de amor? Definem realmente o destino de alguém? Ou são simplesmente ocas? Já sabem as regras... BOA SORTE
Comentários
Beijo e um sábado feliz.
Do Gil António, que se encontra doente, motivo porque não vos visita. Pedimos a compreensão. Hoje:- Luz no teu quarto ...Tentação do meu olhar
.
Bjos
Bom Sábado.
para receber as cores e as palavras do poema
assim se faz poesia colorida
beijo
:)
Muito belo, Marta.
Uma boa semana.
Um beijo.
Boa tarde Marta,
Tão bom sentir que está bem com a Vida
e, que sonha com poemas cheios de cores
Continue assim!
Ontem fiz um post novo aqui:
"http://orientevsocidente.blogspot.pt"
Fui hoje à consulta da Psicóloga e vim muito em baixo...
nem ela me ajuda a entender o que se passa
na minha vida...
não consigo ver essa luz que dizem vir na nossa direção
estou a sucumbir, dia a dia.
As pessoas entram nas nossas vidas, não é por acaso.
MAS cada dia me questiono mais....sobre isso!
Algumas pessoas mais valia não entrarem...
Sinto-me muito SÓ
pois neste momento, não sinto que tenha um amigo sequer
Mas, não vim aqui para me lastimar
Para mim, o chão tem fugido todos os dias...
Beijinho da Tulipa/Kalinka
Um poema lindíssimo!
Na folha em branco a poesia brilhou.
Beijinhos,
Ailime