Boa noite com saúde, querida amiga Marta! Muito lindo buscar o que nos convém na atual realidade, encher da energia do sol o nosso peito e esperançar, com fé. Tenha dias abençoados junto aos seus! Bjm carinhoso e fraterno de paz e bem
Hoje, vamos pensar que estamos no Topo do Mundo… Por um minuto, sessenta segundos em que nos fechamos ao caos e o corpo se rende a si próprio… Apenas sentir o sangue a navegar, a conquistar a pele e o ar liberta-se lentamente… Em movimentos fluídos como numa dança, rasgando todos os véus com que, por vezes, nos escondemos… Porque neste minuto, nestes 60 segundos, apenas existimos nós e o Topo do Mundo. Talvez o Vento tente distrair-nos, desafiando-nos para um duelo mortal e as águias nos vigiem, estilhaçando o céu com gritos estridentes. Mas o “ talvez” não existe para nós… Estamos seguros, conscientes de nós, a sentir como a energia nos abraça e fala de Paz, essa Paz que se pinta em cada um dos nossos gestos... E, quando descermos do Topo do Mundo e abrirmos finalmente os olhos, o caos poderá continuar, mas esse minuto, esses sessenta segundos permanecerão vivos. Vivos no olhar tranquilo com que saudamos os outros, num simples abraço ou numa risada feliz. Porque estar no Topo d...
O Tempo… pode dilacerar-me… mas eu resisto… Inspiro profundamente e sinto como o ar circula pelo meu corpo… libertando-se, depois, num grito estridente… tão alto… que até o Tempo espanta… Poema escrito em Junho 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Comentários
Um dia feliz
Lindo, poetisa.
Beijinho
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Belas palavras.
Querida amiga Marta, um bom resto de semana.
Beijo.
Desejos de todos nós.
Beijos e abraços, não sei quando os podermos trocar?!
beijo
;)
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Tudo desperta, como a vida, quando regressa
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Beijos e um excelente fim de tarde.
Muito lindo buscar o que nos convém na atual realidade, encher da energia do sol o nosso peito e esperançar, com fé.
Tenha dias abençoados junto aos seus!
Bjm carinhoso e fraterno de paz e bem
E como precisamos de sol nas nossas vidas, mesmo que em sonhos.
Magnífico poema!
Beijinhos,
Ailime