A maravilha de se saber que ninguém sabe Aí reside a chave a mestre do recato que abre só a um delicado querer guardado no vaso das sardinheiras coradas de vermelho
Dentro do poema há sempre um segundo tempo de poema que ninguém vê ou se vê não acredita
Para facilitar, a Marta, negrita italica em fonte precisa para que se acredite. Quem tem olhos que veja quem tem coração que ame Também a Poesia
O tempo nos pertence no momento presente, no AGORA. Depois pertence ao passado. O lance é vivermos intensamente esse momento, nos concentrando no sentir, no perceber o que ocorre em nós, e não fora de nós. Amei a delicadeza da sua poesia, Marta, aliás, tudo por aqui é delicado e etéreo . Um sonho. Beijinhos
Um poema inteligente e bem escrito, onde o tempo é privado até ser dia... Gostei muito, parabéns pelo talento. Bom fim de semana, querida amiga Marta. Beijo.
Nos pertenece todo aquello que silenciamos. Es un poema lleno de significado. Me ha gustado. Muchas gracias por tu visita, ha sido un placer volver a encontrarte.
Perfeito... um cenário pessoal e que diz respeito a tantos de nós descrito numa dúzia de palavras... este poema/pensamento é sublime, ao nível do melhor que os grandes pensadores têm dito e escrito...
O que é… falar com Paixão?... Será essa a Paixão que nos veste a Pele?... Ou apenas enlaçar todas essas palavras que percorrem os nossos corpos e se perdem… depois… no Tempo?... Poema escrito em Janeiro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Laura Makabrescu
Encontrei… este pequeno poema escondido num livro… Um livro sobre a simplicidade do olhar… Desse olhar, desse teu olhar… onde tudo se diz… e onde se escreve novamente a Paixão.... Poema escrito em Março 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Laura Makabresku
Olho.. para ti… No sussurro do Vento… Esse Vento, que hoje, excepcionalmente me acompanha em paz e em silêncio... até à beira-mar… Poema escrito em Fevereiro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Brooke Shaden
Comentários
que ninguém sabe
Aí reside a chave
a mestre do recato
que abre só a um delicado querer
guardado no vaso das sardinheiras
coradas de vermelho
Dentro do poema há sempre
um segundo tempo de poema
que ninguém vê ou se vê
não acredita
Para facilitar, a Marta, negrita italica
em fonte precisa para que se acredite.
Quem tem olhos que veja
quem tem coração que ame
Também a Poesia
Beijo.
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Abraço poético.
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Pensamentos e Devaneios Poéticos
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Um poema belíssimo!
Beijinhos e ótimo dia.
Ailime
Amei a delicadeza da sua poesia, Marta, aliás, tudo por aqui é delicado e etéreo . Um sonho.
Beijinhos
Gostei muito, parabéns pelo talento.
Bom fim de semana, querida amiga Marta.
Beijo.
Muchas gracias por tu visita, ha sido un placer volver a encontrarte.
O dia vem sempre quebrar esse feitiço.
Muito bonito.
Um beijinho, Marta.
Expressivo e pleno de sensibilidade...
Abraços, querida amiga
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