Por momentos... pensei ter acordado noutra galáxia... Por tão profundo ter sido o meu sono, afastando de vez o fantasma da insónia, dos pensamentos revividos, revistos... Perguntas angustiadas e respostas sombrias... Mas não... Acordei no meu quarto no meu quarto azul e dourado.... Cores um pouco já desbotadas, confesso, mas às quais permaneço leal, e outras não quero... O azul puro, de que fugi um dia, mas que agora, à medo, conquista e mancha os meus sonhos... combinando, na perfeição, uma espiral de cores sensuais e quentes.... Poema escrito em 2006 por MV@MartaVinhais@ e publicado hoje novamente em resposta ao desafio "As Cores do meu Eu Real" proposto pelo Blog "Idade Espiritual"
Comentários
Carpe diem, como o poeta romano Horacius, escreveu. Nos tempos que atravessamos aplica-se totalmente.
Abraço amigo da Maripa.
Disse Fernando Pessoa.
E essa frase ressoa
Dentro da alma de meu ser.
Não sei se vou me perder
Mas enxergo um caminho
Para eu trilhar sozinho
Buscado vida e prazer.
"Tudo é verdade e caminho"! Bela postagem! Abraço fraterno. Laerte.
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Deambulava num sonho inacabado
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Beijo, e uma excelente semana
O passado traz aprendizagem, para que no presente e no futuro, saibamos não nos perder.
Um poema que muito válido para os tempos actuais.
Um beijinho
Fê
Excelente poema, gostei muito.
Continuação de boa semana, amiga Marta.
Beijo.