segunda-feira, maio 23, 2022

QUENTE E SUADA

 

Por vezes,

penso que estou

a escrever

o mesmo poema…

Mas…

nem as as palavras

nem as memórias,

são iguais…

quando naufragam…

no desejo…

e depois…

se libertam 

na pele quente

e suada…




DE MIKAEL ALDO

8 comentários:

- R y k @ r d o - disse...

Sensual, fascinante de ler. Gostei muito.
.
Cumprimentos poéticos
.
Pensamentos e Devaneios Poéticos
.

Jaime Portela disse...

O poema nunca é o mesmo.
Tal como a pele quente e suada, que nunca se repete da mesma maneira.
Excelente poema, os meus aplausos.
Uma boa semana, minha querida amiga Marta.
Beijo.

Graça Pires disse...

Belíssimo! Palavras que naufragam no desejo e se libertam... São sempre diferentes no poema e na emoção.
Uma boa semana com muita saúde, minha Amiga Marta.
Um beijo.

Franziska disse...

Todos los días comienzan con un amanecer y no se repiten los mismos matices de luz, a veces, las diferencias son abismales. Los mismos sentimientos se acumulan, se expanden, se diluyen, en fin, se transforman. Admiro tu forma de pensar y de escribir. A mi me han gustado mucho este poema. Un abrazo.

Cidália Ferreira disse...

Muito bom. Adorei :)
-
Coisas de uma Vida.

Beijos, e uma excelente semana.

© Piedade Araújo Sol (Pity) disse...

Boa tarde Marta.
há poemas parecidos, mas há sempre algo que os diferencia.
Um belo poema e uma foto muito em sintonia!
Desejo uma boa semana com saúde.
Um beijo
:)

Fackel disse...

Nunca las palabras, los deseos, los recuerdos, los sueños o las fantasías se comportan de la misma manera, aunque la realidad los acerque.

José Alex Gandum disse...

Impossível escreveres o mesmo poema quando tens um portfólio de palavras e de memórias infinito... que se libertam em cada frase que escreves...