Acreditei no mar Percorri a umbria de um eclipse que nas vagas não reflectia Apaguei os olhos e sorri com uma lágrima Ao abrir, fitei o azul o azul do céu ,do mar e da lua Ouvi então estremecerem as ondas e a areia lacrimar. Voltaram os raios lunares, voltei ao luar da noite húmida e fria em que me movo e te deito. Minha gárgula de vida, meu eterno mar. Nuno Travanca O meu comentário??? Em ti, encontro a minha paz... Tudo o que escondi de mim próprio... Liberta-se e encaixa-se na razão... Da minha vida.... Posso chorar e sei que não te importas.... Porque estás a chorar comigo??? Porque te levo na alma e te abraço sempre que me sinto sozinha? Devolves-me esse abraço, essa paz.... Nada mais dizes.... Porque, estranhamente, eu já sei o que tenho a fazer.....
Comentários
Uma recusa magoada...o tempo vai ajudar.
Gostei muito,
Brisas doces **
Estive ausente uns dias e agradeço ter passado no blog comentando hoje.
Vamos dançando conforme a música seja com quem for, contando que não seja para o mal.
Tenha dias abençoados de paz!
Beijinhos
Lindíssimo poema!
Por vezes temos que nos contrariar apesar da chuva, do vento. Do convite!
Um beijinho,
Ailime
(canto meu)
Bjxxx
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Detalhes de uma vida de solidão...
Beijos, e uma boa noite