De que céu caído, oh insólito, imóvel solitário na onda do tempo? És a duração, o tempo que amadurece num instante diáfano; flecha no ar, branco embelezado e espaço já sem memória de flecha. Dia feito de tempo e de vazio: desabitas-me, apagas o meu nome e o que sou, enchendo-me de ti: luz, nada. E flutuo, já sem mim, pura existência "Dia" de Octavio Paz in "Liberdade sob palavra" Tradução de Luis Piganalli O meu comentário??? A onda do tempo é como a onda do mar. É única - por vezes, cruel... Desconhece o que é a luz ou finge que não a vê... Porque só existe e naquele momento, não há nada... Passado, presente ou futuro... Paisões, desejos, amor... Nada... Nem mesmo os meus gritos de revolta o impedem... De arrasar as memórias da verdadeira razão de existir... O tempo é como o mar.... Talvez o mar não seja tão impiedoso como o tempo.... Perdoem-me se disser que não sei.... Não sei mesmo....
Comentários
levemente sensual mas curto e bonito.
boa semana.
beijinhos
:)
No Amor não deve haver tabus.
Só respeito, carinho e entrega do ser.
Tenha dias abençoados!
Beijinhos
Muito, muito belo!
Beijinho, Poetisa amiga.
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Nota: No sé cómo solucionarlo, no he podido dejar mis comentarios en los blogs de Majo Dutra ni en el de Roselia Bezerra. Si tienes ocasión ¿podrías decírselo a las dos? Tampoco tengo su correo electrónico. Gracias
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Sinto um calafrio, uma angustia talvez
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Beijo e uma excelente tarde.
Emilia