La oscuridad no es la pérdida de los colores, sino solamente su escondite. Lo aprendí de joven cuando descendíamos a cuevas donde todo estaba oscuro. Pero el carburo al iluminar las paredes rocosas nos mostraban en ocasiones y lugares una infinidad de tonos y colores magnníficos, porque los minerales se deslizan <y tiñen el carbonato cálcico.
Procurar as cores do Arco-Íris é sempre uma boa opção quando se olha o céu... mas por vezes as cores são difusas, e desaparecem no próprio cinzento do céu...
Como eu gostaria de passear nas Nuvens… De derrapar, de deslizar, e descobrir novamente o prazer de (re) inventar palavras… num abraço infinito… Poema escrito em Setembro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Volto… a reescrever o poema… Como se de tal dependesse a minha Vida… O tal poema que continua a desafiar-me e a manter-me Viva… Poema escrito em Setembro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Esta noite... deixa-me sonhar... Fechar os olhos e pensar que voo... Esta noite, sonho contigo... Sigo-te... Revelo-me ao teu desejo e de manhã... Para quê falar da manhã, se a noite ainda não acabou?... Poema escrito em Novembro 2012 por MV@MartaVinhais@ e publicado hoje novamente em resposta à Tertúlia de Amor proposta pelo Blog "Amor Azul"
Comentários
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Dezembro. Mês de Paz e Amor. Seja feliz.
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Poema: “ Vidas perdidas no tempo “
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