Este poema é uma delicada vertigem de palavras. A autora conduz-nos até à beira do abismo interior com uma simplicidade que toca fundo. A imagem do “precipício” torna-se metáfora de um estado emocional suspenso, frágil e ao mesmo tempo vasto, onde o vento se torna quase uma promessa de libertação, ou de dissolução. O poema não grita; sussurra, e é nessa contenção que reside a sua força. Entre o medo da queda e o fascínio pelo voo, o “Oceano” surge como símbolo de um destino maior, incontrolável. Um texto breve, mas imensamente profundo. Parabéns pela beleza do sentir traduzida em versos tão etéreos quanto intensos. Gostei também da imagem escolhida. Deixo um beijo :)
Não sei… se as estrelas se perdem na imensidão do Céu… Ou ficam simplesmente ofuscadas pelo brilho da Lua… Poema escrito em Novembro 2025 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Laura Makabesku
Já não sei… O que é a pura verdade… Pois que estou perdida algures… nos segredos do meu corpo… Esses segredos que não te posso revelar… Pela tua ausência em mim… Poema escrito em Dezembro 2025 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Veronica Pinelli
Comentários
Sentimento recorrente. O oceano nos levará a bom porto? Ou ficaremos à deriva...?
Um abraço.
Um oceano é um bom lugar para aportar.
Tenha uma nova semana abençoada!
Beijinhos fraternos de paz
Lindo poema.
Um sentimento que cada dia está ficando mais comum entre as pessoas.
bjs, marli
Gostei também da imagem escolhida.
Deixo um beijo
:)
Expressivo e intenso.
Beijinho
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