Marta, tua BANAL tem aquela elegância perigosa: transforma a noite em abrigo e o desejo em claridade. É bonito ver como tu revelas o corpo do poema — e, no processo, o poema revela você.
Abraços fraternos Daniel https://gagopoetico.blogspot.com/2025/11/o-poder-das-ervas.html
Esta é… Uma memória perdida no tempo… O tempo… em que me perdi em ti… sem pensar em mim… Poema escrito em Agosto 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de José Alex Gandum
Sonho demais e talvez não devesse confiar tanto no tempo. Em que te amo loucamente, em que me sinto confusa por ser finalmente eu. Mesmo assim, não me convenço de que te amo como sempre desejei e sinto em ti a resposta que sempre sonhei. Não me atrevo a querer mais. POEMA ESCRITO E PUBLICADO EM SETEMBRO 2010 Nota: Nos comentários, também podem dar a vossa opinião sobre a última frase, ou seja, devemos atrever-nos a querer mais?
Continuo… a imaginar-me sentada num tapete voador… Mas hoje… Hoje não escuto Debussy… Hoje escolhi Satie e simplesmente… desapareço por entre os acordes…. Poema escrito em Julho 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Peishen Liang
Comentários
Intensidade é seu lema poético.
Tenha dias abençoados!
Beijinhos fraternos
Abraços fraternos
Daniel
https://gagopoetico.blogspot.com/2025/11/o-poder-das-ervas.html
sobre o que virá depois.
Boa semana.
Beijo
Olinda
Um abraço.
Com poucas palavras você degusta seu sabor, nada banal.
feliz noite,
Maurizio