A entrega do silêncio dos corpos não tem regras, viaja na mente de cada um de nós, daí as atitudes que por vezes até nos surpreendem (e porventura assustam!) no desenhar dos dias...
Esta noite… desenho ondas… na tela deste silêncio… Deste silêncio pesado…opaco… que me fere a alma… Porque tu… Tu já partiste... Poema escrito em Julho 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Deixa-me só… À luz do Sol… para que os fantasmas inoportunos se afastem e eu não tenha medo de viver… nem das palavras lançadas ao ar com desprezo… Poema escrito em Junho 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Não, não sei quem tu és... Se o amante apaixonado e intenso, se o amigo controlador e arrogante... Hoje... Hoje não vou procurar desculpas... Nem sequer vou pensar que a culpa é minha... Porque hoje... Hoje vou (re) aprender a ser quem sempre fui... Tela de Axentowicz
Comentários
Um abraço.
Reflexivo e interessante.
Abraços
~~~
interessante.
boa semana com saúde e paz.
deixo um beijo
:)
Abraço de amizade.
Juvenal Nunes
Belo poema.
Boa semana minha querida amiga Marta.
Beijos.