A parir do blogue da Piedade Araújo Sol, cheguei ao seu. Antes de comentar, fosse o que fosse, li, com atenção as suas postagens e vi o vídeo, que aqui nos apresentou, na postagem anterior, que é, esteticamente, perfeito e fantástico.
Quanto à sua mais recente postagem: "Beija-me" (a pop-up, não me deixa ver, agora, o que escreveu), tenho tanta coisa para dizer, e, se calhar, só me apetecia dizer, a alguém muito especial, aquilo que a Marta escreveu: Beija-me!
Gosto de poemas imperativos, mas suaves e cálidos, sem barreiras mentais. Este, não as tem.
Só se está completo quando o beijo é tranquilo, doce e perfumado. As promessas devem ser trocadas pelo prazer do beijo, e o beijo não tem local para se sentir...
Promessas … Por vezes não deveriam ser feitas, por vezes não deveriam ser ouvidas…por vezes, de tantas vezes, com todos os sentidos perdidos num… um singelo beijo, sem sabor a promessa, mas sabor a calmia, adocicada com sabor a um pecado muito nosso… prazer…como quando e onde? Por vezes que importa … certo? Beijo n´oteudoceolhar.
Hoje, vamos pensar que estamos no Topo do Mundo… Por um minuto, sessenta segundos em que nos fechamos ao caos e o corpo se rende a si próprio… Apenas sentir o sangue a navegar, a conquistar a pele e o ar liberta-se lentamente… Em movimentos fluídos como numa dança, rasgando todos os véus com que, por vezes, nos escondemos… Porque neste minuto, nestes 60 segundos, apenas existimos nós e o Topo do Mundo. Talvez o Vento tente distrair-nos, desafiando-nos para um duelo mortal e as águias nos vigiem, estilhaçando o céu com gritos estridentes. Mas o “ talvez” não existe para nós… Estamos seguros, conscientes de nós, a sentir como a energia nos abraça e fala de Paz, essa Paz que se pinta em cada um dos nossos gestos... E, quando descermos do Topo do Mundo e abrirmos finalmente os olhos, o caos poderá continuar, mas esse minuto, esses sessenta segundos permanecerão vivos. Vivos no olhar tranquilo com que saudamos os outros, num simples abraço ou numa risada feliz. Porque estar no Topo d...
O Tempo… pode dilacerar-me… mas eu resisto… Inspiro profundamente e sinto como o ar circula pelo meu corpo… libertando-se, depois, num grito estridente… tão alto… que até o Tempo espanta… Poema escrito em Junho 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Comentários
Meu blog é de variedades, mas adoro os literatos. Prazer em te descobrir.
Bjs
A parir do blogue da Piedade Araújo Sol, cheguei ao seu.
Antes de comentar, fosse o que fosse, li, com atenção as suas postagens e vi o vídeo, que aqui nos apresentou, na postagem anterior, que é, esteticamente, perfeito e fantástico.
Quanto à sua mais recente postagem: "Beija-me" (a pop-up, não me deixa ver, agora, o que escreveu), tenho tanta coisa para dizer, e, se calhar, só me apetecia dizer, a alguém muito especial, aquilo que a Marta escreveu: Beija-me!
Gosto de poemas imperativos, mas suaves e cálidos, sem barreiras mentais. Este, não as tem.
Um abraço da Luz.
Beijo n´oteudoceolhar.