Hoje… a noite apodera-se simplesmente do espaço… E, as palavras ficam presas na memória e depois… esquecidas no Tempo… Poema escrito em Agosto 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Acreditei no mar Percorri a umbria de um eclipse que nas vagas não reflectia Apaguei os olhos e sorri com uma lágrima Ao abrir, fitei o azul o azul do céu ,do mar e da lua Ouvi então estremecerem as ondas e a areia lacrimar. Voltaram os raios lunares, voltei ao luar da noite húmida e fria em que me movo e te deito. Minha gárgula de vida, meu eterno mar. Nuno Travanca O meu comentário??? Em ti, encontro a minha paz... Tudo o que escondi de mim próprio... Liberta-se e encaixa-se na razão... Da minha vida.... Posso chorar e sei que não te importas.... Porque estás a chorar comigo??? Porque te levo na alma e te abraço sempre que me sinto sozinha? Devolves-me esse abraço, essa paz.... Nada mais dizes.... Porque, estranhamente, eu já sei o que tenho a fazer.....
Comentários
Estarmos acompanhados só faz sentido se não estamos tristes, tem de haver em conta os encontros sempre têm em vista dar prazer.
Beijos
Belas palavras, gostei do teu poema.
Marta, minha querida amiga, tem um bom fim de semana.
Beijo.