Olá Marta o silêncio quando imposto dói! Mas as suas palavras são sempre belíssimas de se ouvir pela forma tão especial como as poetiza. Um beijinho. Ailime
O silêncio nem sempre é dor, mas quando se acentua na solidão pode conviver com a dor em especial quando é imposto à alma... porque, infelizmente, a maior parte das histórias não são de amor...
Hoje… só posso falar da Hora Dourada… Essa hora em que o Sol, sempre irreverente, se despede da Lua com um beijo… Um beijo ainda com cor… Uma cor tão quente e tão bela… e pela qual a Lua tanto suspira no vazio da Noite… Poema escrito em Agosto 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muraton
Medito… Reencontro-me com a minha Alma, tão agitada, tão ávida de sossego… E, volto a procurar as minhas memórias, os meus sonhos felizes… E talvez agora… as minhas noites tenham Luz e Cores… e eu já não me sinta tão exausta… quando a insónia me conquista… Poema escrito em Fevereiro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Paula Beltrán
Comentários
A solidão e o silêncio imposto à sempre serão tic's de perversão.
Beijos
Mas as suas palavras são sempre belíssimas de se ouvir pela forma tão especial como as poetiza. Um beijinho. Ailime
Um beijo grande, Marta
Mas sem amor nenhuma luz matinal chegará ao coração.
Um beijo
:(