Se calhar até se pode inverter o sentido do sopro do Vento, e assim inverter os sonhos e iluminar a escuridão... há que tentar encontrar no Vento um aliado...
E o vento é soberano, faz o que quer e muitas vezes arrasta com ele tudo o que encontra pela frente. Não há nada a fazer a não ser tentar outro caminho mais ameno, mas...será que conseguimos? Será que o vento deixa? Beijinhos amiga e votos de um alegre e santo Natal. Emília
Deixa-me só… À luz do Sol… para que os fantasmas inoportunos se afastem e eu não tenha medo de viver… nem das palavras lançadas ao ar com desprezo… Poema escrito em Junho 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Não, não sei quem tu és... Se o amante apaixonado e intenso, se o amigo controlador e arrogante... Hoje... Hoje não vou procurar desculpas... Nem sequer vou pensar que a culpa é minha... Porque hoje... Hoje vou (re) aprender a ser quem sempre fui... Tela de Axentowicz
Quem me fala de amor É um amor-perfeito Perfeito na profusão das cores Brilhantes e aveludadas Contudo, por entre os amarelos e os vermelhos.... Destoa o violeta Morre com o preto Deslumbra-se com o branco Com a frescura das manhãs Até com o cheiro da relva E com o orvalho Sabe que o esquecem facilmente Ou talvez não Pois às vezes, é o tempo que murcha mais depressa.... Poema escrito e publicado em Maio de 2009 A minha participação na última semana do desafio proposto pelo blog Escritos D'Alm a
Comentários
a foto está espectacular.
:)
Quando o vento nos desfaz os sonhos, nada há a dizer. Devemos apenas reagir para os reconstruir.
Beijos
Bem conseguido, Marta.
Emília
Mas o vento também incute força!
Beijinhos,
Ailime