As vezes o silêncio faz morada dentro de nós e não existem palavras que o calem. Ele vive ali, silente! Bem sei desse silêncio que insiste em grudar na gente.
Não sei… não sei como parar o Vento… e esvaziar o Tempo de dores antigas… Poema escrito em Agosto 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muraton
Hoje… só posso falar da Hora Dourada… Essa hora em que o Sol, sempre irreverente, se despede da Lua com um beijo… Um beijo ainda com cor… Uma cor tão quente e tão bela… e pela qual a Lua tanto suspira no vazio da Noite… Poema escrito em Agosto 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muraton
Fecha-te à noite e vem.. Vem pelos longos e sinuosos caminhos que se atravessam no meu peito nu, perdido já em desejos. Não me sinto nua ou solitária. Mas nada há a dizer quando te projectas em mim na cumplicidade do teu olhar. POEMA ESCRITO EM MAIO DE 2009 E NOVAMENTE PUBLICADO EM RESPOSTA AO DESAFIO DE FLOR DO CAMPO
Comentários
Bjs
Beijo
Belas palavras, gostei.
Continuação de boa semana, querida amiga Marta.
Beijo.
Arthur Claro
http://www.arthur-claro.blogspot.com
nada é nada, ausência
da cor essencial na existência
Elementar, declaro.
"Aqui, no outro lado do silêncio"
li e anuí.
Bj.