As vezes o silêncio faz morada dentro de nós e não existem palavras que o calem. Ele vive ali, silente! Bem sei desse silêncio que insiste em grudar na gente.
Deixa-me só… À luz do Sol… para que os fantasmas inoportunos se afastem e eu não tenha medo de viver… nem das palavras lançadas ao ar com desprezo… Poema escrito em Junho 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Não, não sei quem tu és... Se o amante apaixonado e intenso, se o amigo controlador e arrogante... Hoje... Hoje não vou procurar desculpas... Nem sequer vou pensar que a culpa é minha... Porque hoje... Hoje vou (re) aprender a ser quem sempre fui... Tela de Axentowicz
Quem me fala de amor É um amor-perfeito Perfeito na profusão das cores Brilhantes e aveludadas Contudo, por entre os amarelos e os vermelhos.... Destoa o violeta Morre com o preto Deslumbra-se com o branco Com a frescura das manhãs Até com o cheiro da relva E com o orvalho Sabe que o esquecem facilmente Ou talvez não Pois às vezes, é o tempo que murcha mais depressa.... Poema escrito e publicado em Maio de 2009 A minha participação na última semana do desafio proposto pelo blog Escritos D'Alm a
Comentários
Bjs
Beijo
Belas palavras, gostei.
Continuação de boa semana, querida amiga Marta.
Beijo.
Arthur Claro
http://www.arthur-claro.blogspot.com
nada é nada, ausência
da cor essencial na existência
Elementar, declaro.
"Aqui, no outro lado do silêncio"
li e anuí.
Bj.