Pensei que seria fácil. Fácil escrever uma história de amor. Mas assustei-me com o silêncio repentino da noite. Nem Vento, nem Chuva. Nem os teus passos. Não vou fazer a eterna pergunta. "Onde estás?" Já sei a resposta, mas dizer alto que estou novamente sozinha, não consigo. Não agora. Quando o silêncio ainda me pesa. Um dia revelarei o que esta noite me devolveu. Peço apenas que chova. E que a noite me perdoe se insisto em falar. Um monólogo longo sobre o amor que ainda reside no coração. Talvez daqui nunca saia. Nunca seja esquecido. Eu nunca o queira esquecer. Porque, mesmo que volte a amar, sei que tudo será diferente. Serei mais racional, não me entregarei tão completa. Não sei. Sinto-me cansada. De ouvir as queixas do mundo, que são também as minhas queixas. E, a janela, essa janela que se abria para um outro mundo, esse mundo de doce ilusão, está lacrada no silêncio desta noite. Poema de minha autoria, protegido pelo IGAC - Cópias proibidas A resposta do "Com A...
Comentários
O dia se faz claro quando o cheiro do amado está impregnado em nós.
Mais linda impossível a sensação em nós.
Tenha dias abençoados!
Beijinhos com carinho de gratidão
Belo poema, gostei de ler.
Continuação de boa semana, querida amiga Marta.
Beijo.
Momentos que nos fazem sentir felizes e sorrir e enxergar melhor a claridade.
Belíssimo poema.
Um beijinho.
Ailime
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Meu braço impudente ao alto se ergueu
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Beijos, e um dia feliz!
Festejados sorrisos no poema.
Bjs
Marli