Já tenho pensado no trajecto das folhas... aparentemente as folhas são livres de voar quando se soltam, mas há sempre armadilhas inesperadas... na vida dos humanos também assim é...
Esta noite… desenho ondas… na tela deste silêncio… Deste silêncio pesado…opaco… que me fere a alma… Porque tu… Tu já partiste... Poema escrito em Julho 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Não, não sei quem tu és... Se o amante apaixonado e intenso, se o amigo controlador e arrogante... Hoje... Hoje não vou procurar desculpas... Nem sequer vou pensar que a culpa é minha... Porque hoje... Hoje vou (re) aprender a ser quem sempre fui... Tela de Axentowicz
Fecha-te à noite e vem.. Vem pelos longos e sinuosos caminhos que se atravessam no meu peito nu, perdido já em desejos. Não me sinto nua ou solitária. Mas nada há a dizer quando te projectas em mim na cumplicidade do teu olhar. POEMA ESCRITO EM MAIO DE 2009 E NOVAMENTE PUBLICADO EM RESPOSTA AO DESAFIO DE FLOR DO CAMPO
Comentários
O calor do teu silêncio...
Beijos um excelente fim de semana.
Hoje » Amplexos de amor
Bjos
Votos de uma óptima Sexta-Feira
gostei do poema
beijo
Muy triste porque se expresa un abatimiento profundo. Un abrazo.
Um poema nostálgico, mas lindo!
A fotográfica é magnífica.
Beijinhos e uma boa semana.
Obrigada pela visita.
Ailime