CASA DE PAPEL fevereiro 26, 2019 Escondo-me do Vento… Numa Casa de Papel… Frágil, que se despedaça com o primeiro sopro… E eu fico ali parada no espaço... desesperada... sentindo-me, uma vez mais, uma voz solta no vazio…. IMAGEM DE INGRID TUSELL Obter link Facebook X Pinterest Email Outras aplicações Comentários Larissa Santos disse… EXcelente. Adorei:))Hoje:- Em homenagem ao Gil António. Obrigada. BjosVotos de uma óptima Terça - Feira. Cidália Ferreira disse… Muito bonito!!Beijos- Boa noite! Cidália Ferreira disse… Gostei muito :))Beijos- Boa noite! saudade disse… Maravilhoso.Saudade _ Gil António _ disse… Poema brilhante.Deixando cumprimentos. ** Sonho em puras lágrimas de amor ** Jaime Portela disse… Casas de papel dão mau resultado...Magnífico poema.Marta, continuação de boa semana.Beijo. Anónimo disse… Encantando com seus lindos poemas Sofá Amarelo disse… Uma linda dissertação sobre uma Casa de Papel frágil, sujeita ao sopro do Vento... mas há que tentar que a voz não soe solta no vazio...
Comentários
Hoje:- Em homenagem ao Gil António. Obrigada.
Bjos
Votos de uma óptima Terça - Feira.
Beijos- Boa noite!
Beijos- Boa noite!
Saudade
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Deixando cumprimentos
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** Sonho em puras lágrimas de amor **
Magnífico poema.
Marta, continuação de boa semana.
Beijo.