Sonho demais e talvez não devesse confiar tanto no tempo. Em que te amo loucamente, em que me sinto confusa por ser finalmente eu. Mesmo assim, não me convenço de que te amo como sempre desejei e sinto em ti a resposta que sempre sonhei. Não me atrevo a querer mais. POEMA ESCRITO E PUBLICADO EM SETEMBRO 2010 Nota: Nos comentários, também podem dar a vossa opinião sobre a última frase, ou seja, devemos atrever-nos a querer mais?
Comentários
Beijo e um excelente dia!
O vento leva e traz palavras...
Que a poeta continue a colhe-las ao sabor do vento!
Seja muito feliz!
Bjm carinhoso e fraterno de paz e bem
Hoje…Nada escrevo…
Pois nada sinto…
Talvez...porque continue
esquecida na sombra do Vento….
MARTA
QUE LINDO
foi escrito como se fosse eu que o sentisse!
Parabéns pela sua inspiração e sensibilidade.
Pois, venho dizer-lhe que hoje finalmente TERMINEI
a minha viagem à Bulgária e Roménia...
Ufa...que canseira!
Digo-lhe
que fiz uma descrição muito completa sobre o Palácio do Parlamento!
Beijos e bom resto de semana.
Tulipa
Do nosso Poeta - Gil António:- Flor Esquecida
Bjos
Votos de uma óptima noite.
Marta, continuação de boa semana.
Abraço.
Belíssimo!!
Beijo carinhoso, poetisa