Sonho demais e talvez não devesse confiar tanto no tempo. Em que te amo loucamente, em que me sinto confusa por ser finalmente eu. Mesmo assim, não me convenço de que te amo como sempre desejei e sinto em ti a resposta que sempre sonhei. Não me atrevo a querer mais. POEMA ESCRITO E PUBLICADO EM SETEMBRO 2010 Nota: Nos comentários, também podem dar a vossa opinião sobre a última frase, ou seja, devemos atrever-nos a querer mais?
Comentários
Gostei muito deste poema
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Cumprimentos cordiais.
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Pensamentos e Devaneios Poéticos
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Magnífico poema, gostei muito.
Continuação de boa semana, amiga Marta.
Um abraço.
Dia conturbados estes que vivemos.
Que nos faz sentir frustados e impotentes.
Esperança é tudo o que nos resta.
beijo
:)
Un abrazo
Emilia
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Quando um olhar se sente perdido.
Beijos. Votos de uma boa noite
E há sempre uma esperança...
Dias felizes... Beijos
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