Há noites em que não vale a pena... não vale a pena tentar escrever porque há sempre um muro branco que impede o fluir das ideias... por mais que se procure os "porquês"...
Los muros los levantan los sentimientos. Algo nos para y aturde: la noche se ha tragado las palabras que cincelan al caballo que galopa desbocado por las venas.
Perdona la improvisación, no he podido contenerme. Un abrazo. Franziska
Conseguiste escrever só " esta noite ", mas o dia amanheceu com a certeza que terá de dar lugar a uma nova noite e quem sabe não conseguirás escrever algo lindo no aconchego e silêncio que ela nos proporciona? Há que tentar amiga! Escreveste pouco, mas disseste muito. Beijinhos Emilia
De que céu caído, oh insólito, imóvel solitário na onda do tempo? És a duração, o tempo que amadurece num instante diáfano; flecha no ar, branco embelezado e espaço já sem memória de flecha. Dia feito de tempo e de vazio: desabitas-me, apagas o meu nome e o que sou, enchendo-me de ti: luz, nada. E flutuo, já sem mim, pura existência "Dia" de Octavio Paz in "Liberdade sob palavra" Tradução de Luis Piganalli O meu comentário??? A onda do tempo é como a onda do mar. É única - por vezes, cruel... Desconhece o que é a luz ou finge que não a vê... Porque só existe e naquele momento, não há nada... Passado, presente ou futuro... Paisões, desejos, amor... Nada... Nem mesmo os meus gritos de revolta o impedem... De arrasar as memórias da verdadeira razão de existir... O tempo é como o mar.... Talvez o mar não seja tão impiedoso como o tempo.... Perdoem-me se disser que não sei.... Não sei mesmo....
Sei… Sei que não sou ilustre nem brilhante… Talvez ontem isso fosse importante... Mas, hoje… eu quero ser apenas louca… E deixar que sintas o meu prazer, o meu desejo.. . FOTO DE LAURA ZALENGA
Não sei… Não sei mesmo se o Vento sabe o meu Nome… Já que dizem… que vivo num Jardim secreto e proibido… onde o Vento não chega…. Setembro 2023 FOTO DE ANDREA KISS
Comentários
Da noite emerge a luz e no muro branco nascerá o poema.
Um beijinho,
Ailime
los sentimientos.
Algo nos para y aturde:
la noche se ha tragado
las palabras que cincelan
al caballo que galopa
desbocado por las venas.
Perdona la improvisación, no he podido contenerme. Un abrazo. Franziska
Emilia
"uma branca"
mas o amanhã logo virá
e com ele as cores que farão o teu poema
gosto!
beijinhos
:)
Belo poema.
Continuação de boa semana, querida amiga Marta.
Beijo.