Há noites em que não vale a pena... não vale a pena tentar escrever porque há sempre um muro branco que impede o fluir das ideias... por mais que se procure os "porquês"...
Los muros los levantan los sentimientos. Algo nos para y aturde: la noche se ha tragado las palabras que cincelan al caballo que galopa desbocado por las venas.
Perdona la improvisación, no he podido contenerme. Un abrazo. Franziska
Conseguiste escrever só " esta noite ", mas o dia amanheceu com a certeza que terá de dar lugar a uma nova noite e quem sabe não conseguirás escrever algo lindo no aconchego e silêncio que ela nos proporciona? Há que tentar amiga! Escreveste pouco, mas disseste muito. Beijinhos Emilia
Esta noite… desenho ondas… na tela deste silêncio… Deste silêncio pesado…opaco… que me fere a alma… Porque tu… Tu já partiste... Poema escrito em Julho 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Esta é a história de uma menina e de uma marioneta... De um monólogo escrito num dia de chuva e declamado num palco improvisado... De um arco-íris apaixonado por uma estrela e de um chapéu velho e manchado que se sente só... Tão só como a menina e a marioneta... Num diálogo que ninguém ouve.... Poema escrito em Abril 2015 II Esta não é… não pode ser a mesma história da menina e da marioneta… A menina cresceu e a marioneta está desbotada e partida… Mas se fecharmos os olhos… ainda se ouve a voz clara da menina a declamar a história desse arco-íris que, num dia longínquo, se apaixonou por uma estrela… Poema escrito em Julho 2026 Ambos os poemas escritos por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de José Alex Gandum
Fecha-te à noite e vem.. Vem pelos longos e sinuosos caminhos que se atravessam no meu peito nu, perdido já em desejos. Não me sinto nua ou solitária. Mas nada há a dizer quando te projectas em mim na cumplicidade do teu olhar. POEMA ESCRITO EM MAIO DE 2009 E NOVAMENTE PUBLICADO EM RESPOSTA AO DESAFIO DE FLOR DO CAMPO
Comentários
Da noite emerge a luz e no muro branco nascerá o poema.
Um beijinho,
Ailime
los sentimientos.
Algo nos para y aturde:
la noche se ha tragado
las palabras que cincelan
al caballo que galopa
desbocado por las venas.
Perdona la improvisación, no he podido contenerme. Un abrazo. Franziska
Emilia
"uma branca"
mas o amanhã logo virá
e com ele as cores que farão o teu poema
gosto!
beijinhos
:)
Belo poema.
Continuação de boa semana, querida amiga Marta.
Beijo.