Como escrevi em tempos, "(...) As palavras não se abrem nem se fecham mas respiram sempre para lá da aspereza do silêncio da harmonia incendiada do dilema da inquebrantável perda do sentido (...)".
Mas, sim, Marta, nem sempre se pode brincar com elas, dada a sua complexidade itinerante, armadilhada em miríades de encriptações subjectivadas ao abrigo de confrontos variáveis, que a individuação (real, simbólico, imaginário, inconsciente) de cada um faz oscilar. Um bom fim-de-semana.
Volto… a reescrever o poema… Como se de tal dependesse a minha Vida… O tal poema que continua a desafiar-me e a manter-me Viva… Poema escrito em Setembro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Como eu gostaria de passear nas Nuvens… De derrapar, de deslizar, e descobrir novamente o prazer de (re) inventar palavras… num abraço infinito… Poema escrito em Setembro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Esta noite... deixa-me sonhar... Fechar os olhos e pensar que voo... Esta noite, sonho contigo... Sigo-te... Revelo-me ao teu desejo e de manhã... Para quê falar da manhã, se a noite ainda não acabou?... Poema escrito em Novembro 2012 por MV@MartaVinhais@ e publicado hoje novamente em resposta à Tertúlia de Amor proposta pelo Blog "Amor Azul"
Comentários
Beijo. Bom fim de semana!
Lindo, Marta!
Uma boa semana.
Um beijo.
Um poema magnífico.
As palavras são o eco da nossa alma.
Um beijinho e uma boa semana.
Ailime
mesmo quando falam em silêncio.
Bj.
mas respiram sempre
para lá da aspereza do silêncio
da harmonia incendiada do dilema
da inquebrantável perda do sentido (...)".
Mas, sim, Marta, nem sempre se pode brincar com elas, dada a sua complexidade itinerante, armadilhada em miríades de encriptações subjectivadas ao abrigo de confrontos variáveis, que a individuação (real, simbólico, imaginário, inconsciente) de cada um faz oscilar.
Um bom fim-de-semana.