Como escrevi em tempos, "(...) As palavras não se abrem nem se fecham mas respiram sempre para lá da aspereza do silêncio da harmonia incendiada do dilema da inquebrantável perda do sentido (...)".
Mas, sim, Marta, nem sempre se pode brincar com elas, dada a sua complexidade itinerante, armadilhada em miríades de encriptações subjectivadas ao abrigo de confrontos variáveis, que a individuação (real, simbólico, imaginário, inconsciente) de cada um faz oscilar. Um bom fim-de-semana.
Esta é a história de uma menina e de uma marioneta... De um monólogo escrito num dia de chuva e declamado num palco improvisado... De um arco-íris apaixonado por uma estrela e de um chapéu velho e manchado que se sente só... Tão só como a menina e a marioneta... Num diálogo que ninguém ouve.... Poema escrito em Abril 2015 II Esta não é… não pode ser a mesma história da menina e da marioneta… A menina cresceu e a marioneta está desbotada e partida… Mas se fecharmos os olhos… ainda se ouve a voz clara da menina a declamar a história desse arco-íris que, num dia longínquo, se apaixonou por uma estrela… Poema escrito em Julho 2026 Ambos os poemas escritos por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de José Alex Gandum
Ouve o ciciar das ondas… E deixa que a Lua brilhe… Simplesmente, ao deslizar com as ondas na areia molhada… Poema escrito em Julho 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de auoria de Mira Nedyalkova
Não sei... Não sei o que te tornou inesquecível... Mesmo agora que a vida decidiu afastar-nos... Talvez porque nesses momentos em que me abraçaste, senti-me poderosa... E isso... nunca se esquece... DE ARTUR BRAGISNKI
Comentários
Beijo. Bom fim de semana!
Lindo, Marta!
Uma boa semana.
Um beijo.
Um poema magnífico.
As palavras são o eco da nossa alma.
Um beijinho e uma boa semana.
Ailime
mesmo quando falam em silêncio.
Bj.
mas respiram sempre
para lá da aspereza do silêncio
da harmonia incendiada do dilema
da inquebrantável perda do sentido (...)".
Mas, sim, Marta, nem sempre se pode brincar com elas, dada a sua complexidade itinerante, armadilhada em miríades de encriptações subjectivadas ao abrigo de confrontos variáveis, que a individuação (real, simbólico, imaginário, inconsciente) de cada um faz oscilar.
Um bom fim-de-semana.