Como escrevi em tempos, "(...) As palavras não se abrem nem se fecham mas respiram sempre para lá da aspereza do silêncio da harmonia incendiada do dilema da inquebrantável perda do sentido (...)".
Mas, sim, Marta, nem sempre se pode brincar com elas, dada a sua complexidade itinerante, armadilhada em miríades de encriptações subjectivadas ao abrigo de confrontos variáveis, que a individuação (real, simbólico, imaginário, inconsciente) de cada um faz oscilar. Um bom fim-de-semana.
Hoje… só posso falar da Hora Dourada… Essa hora em que o Sol, sempre irreverente, se despede da Lua com um beijo… Um beijo ainda com cor… Uma cor tão quente e tão bela… e pela qual a Lua tanto suspira no vazio da Noite… Poema escrito em Agosto 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muraton
Medito… Reencontro-me com a minha Alma, tão agitada, tão ávida de sossego… E, volto a procurar as minhas memórias, os meus sonhos felizes… E talvez agora… as minhas noites tenham Luz e Cores… e eu já não me sinta tão exausta… quando a insónia me conquista… Poema escrito em Fevereiro 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Paula Beltrán
Parti entusiasmado Fiquei iludido com promessas feitas Ouro, terras com fartura Mas ninguém me falou Dos dias e dias sem avistar terra Do sol Sinto-o a queimar-me os lábios e as faces Sinto-me a enlouquecer com fome e com sede E o que dizer dos enterros no mar? Não sei há quantas semanas parti Nem sei já o que vim descobri Sei apenas que quis seguir o sonho do Príncipe Ser Príncipe também FOTO DE AUTORIA DE NUNO DE SOUSA (Texto de minha autoria escrito a convite do Nuno e colocado no seu blog Nuno's Photo Space. Reeditado com alterações)
Comentários
Beijo. Bom fim de semana!
Lindo, Marta!
Uma boa semana.
Um beijo.
Um poema magnífico.
As palavras são o eco da nossa alma.
Um beijinho e uma boa semana.
Ailime
mesmo quando falam em silêncio.
Bj.
mas respiram sempre
para lá da aspereza do silêncio
da harmonia incendiada do dilema
da inquebrantável perda do sentido (...)".
Mas, sim, Marta, nem sempre se pode brincar com elas, dada a sua complexidade itinerante, armadilhada em miríades de encriptações subjectivadas ao abrigo de confrontos variáveis, que a individuação (real, simbólico, imaginário, inconsciente) de cada um faz oscilar.
Um bom fim-de-semana.