Como escrevi em tempos, "(...) As palavras não se abrem nem se fecham mas respiram sempre para lá da aspereza do silêncio da harmonia incendiada do dilema da inquebrantável perda do sentido (...)".
Mas, sim, Marta, nem sempre se pode brincar com elas, dada a sua complexidade itinerante, armadilhada em miríades de encriptações subjectivadas ao abrigo de confrontos variáveis, que a individuação (real, simbólico, imaginário, inconsciente) de cada um faz oscilar. Um bom fim-de-semana.
Hoje… a noite apodera-se simplesmente do espaço… E, as palavras ficam presas na memória e depois… esquecidas no Tempo… Poema escrito em Agosto 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Continuo à procura da definição correcta da palavra “Absurdo”... Talvez seja… o poema que imaginei… mas para o qual… ainda não encontrei… as palavras certas… Poema escrito em Abril 2025 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Laura Zalenga
Não… Não sei se é tarde… Porque acredito… (continuo a acreditar…) que este poderá apenas ser um dia calmo, limpo de nuvens… E eu poderei, finalmente… escrever uma crónica sobre um dia cheio de ilusões e sonhos… Poema escrito em Junho 2024 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Jessica Drossin
Comentários
Beijo. Bom fim de semana!
Lindo, Marta!
Uma boa semana.
Um beijo.
Um poema magnífico.
As palavras são o eco da nossa alma.
Um beijinho e uma boa semana.
Ailime
mesmo quando falam em silêncio.
Bj.
mas respiram sempre
para lá da aspereza do silêncio
da harmonia incendiada do dilema
da inquebrantável perda do sentido (...)".
Mas, sim, Marta, nem sempre se pode brincar com elas, dada a sua complexidade itinerante, armadilhada em miríades de encriptações subjectivadas ao abrigo de confrontos variáveis, que a individuação (real, simbólico, imaginário, inconsciente) de cada um faz oscilar.
Um bom fim-de-semana.