domingo, junho 11, 2006

CANTAR AMOR

Descerro a aurora com
palavras graves, cantando.
Reinvento a melodia, o sol aberto,
o amor pelas esquinas, a marca sensual
nos ombros nus, a memória da infância,
a tua face - e canto.
Inutilmente embora, canto
De Daniel Filipe - A Invenção do Amor
O meu comentário?
Continua a achar que nada no amor se inventa.
Apenas se sente - deixando o peito aberto para receber o que a sensualidade nos vai revelando.
Moldando-nos, aprofundando-nos os sentidos e desfazendo-nos os medos!!!