segunda-feira, maio 25, 2009

NUNCA VAZIOS

POESIA
Tecido
de esparsas
tramas vazias
por que
perpassam
esguias
agulhas sentidos
bordando a multicor
figura e compreensão,
que paira plena
mais que agulha
que a linha
que a própria figura.....
Do tamanho da vida.
Jorge Henrique Vieira Santos (Livro "II Antologia de Poetas Lusófonos)
O meu comentário???
Na própria vida
escreve-se um poema..
Pequeno ou longo...
Sentimentos devem ter voz
As cores, as sensações,
o vento e o sol também...
Eu???
Esta é a minha voz, o meu sorriso...
As minhas palavras....
Quando falo dos poemas dos outros..
Ou quando sinto os meus próprios poemas...
Para mim, eles nunca serão vazios....